Por: Ítalo Leme

Práticas solidárias junto à comunidade local com foco em inclusão social e ações para a conservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável tem sido temas recorrentes em reuniões corporativas, pois auferem certificações, vantagens e lucratividade.

Responsabilidade ambiental é a capacidade de interação com o meio ambiente, preservando-o, de modo que os recursos naturais não fiquem comprometidos no futuro, e alguns exemplos adotados pelas empresas podem ser observados por meio do combate ao desperdício de água e alto consumo de energia, redução da emissão de gases poluentes, separação de resíduos, utilização de materiais recicláveis na fabricação de produtos e implementação de logística reversa, entre outros.

Responsabilidade social é a capacidade de integração à comunidade local, e alguns exemplos adotados pelas empresas podem ser observados por meio do apoio às entidades carentes e projetos assistenciais da região, abertura de oportunidades profissionais a jovens-aprendizes de baixa-renda, benfeitorias em espaços públicos próximos à planta fabril, possibilitando a divulgação da marca em contrapartida às ações conjuntas com as subprefeituras, entre outros.

A ênfase que as corporações têm dado ao bem-estar social e à preservação da natureza está ligada ao surgimento de um novo perfil de consumidores mais conscientes, e estas novas demandas promovem o ecomarketing que direciona as organizações a buscar diferenciação, através da comercialização de produtos sustentáveis associados ao aumento da qualidade de vida.

Projetar a imagem de uma empresa ecologicamente correta com performance ambiental responsável gera aumento da satisfação dos envolvidos no negócio, ampliação da produtividade, redução de custos, apoio de agentes como o poder público e ongs, facilitação na absorção de linhas de crédito, atração de mídia espontânea e elevação das vendas.

Além das determinações feitas por órgãos certificadores e imposições estabelecidas pelo governo mediante a acordos internacionais, a viabilidade econômica tem sido o caminho mais curto para esta mudança, e um exemplo incontestável desta realidade é a adoção dos motores flex no Brasil, pois o fenômeno do consumo nacional de etanol, iniciado na década de 1970, já oscilou algumas vezes entre paixão incontrolável e repulsa violenta, apenas por conta de um fator: preço!

A MKT FLOW está preparada para otimizar seu budget em esforços de desenvolvimento e lançamento, com foco em sustentabilidade, valorizando não apenas os atributos corretos de seus produtos, mas também, as atitudes corretas em seus mercados de atuação.